segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O Presente no Natal

"Natal é manifestação da grandeza de Deus na pequenez do homem, Natal é a encarnação do AMOR no coração dos homens. (...) Para que as pessoas tenham um Feliz Natal, os cartões e presentes não são tão importantes. E podem até nada significar. Para que as pessoas tenham um Feliz Natal, o dinheiro não deve ser prioridade; muito menos significado primeiro das comemorações.

Para se ter um Feliz Natal, o importante é:
Estar em PAZ com Deus.
Estar em PAZ com o irmão.
Estar em PAZ consigo mesmo.

O que se celebra no Natal é o nascimento do Deus-Criança, autor e senhor da Paz. Ele não nasce em berço de ouro. Nem mesmo pôde gozar do calor de uma simples hospedaria. Naquela noite fria de Belém, o Filho de Deus, o Deus-Criança, nasceu numa estrebaria, aquecida não pelo acolhimento dos hoteleiros, mas pelo carinho de alguns animais e pelo afeto de Maria e José, que, apesar dos trabalhos pelos quais passaram para acolher bem o recém-nascido, estavam em Paz.

Natal é a Festa da Paz. Os problemas e sofrimentos podem até tirar um pouco do brilho e alegria, enquanto sentimento humano. Jamais, porém, o silêncio interior, perfume da Paz, enquanto fruto do Deus que se faz CRIANÇA e habita entre nós."
(Padre Vitus Gustama, SVD - A Voz do Redentor nº 54 - Boletim Informativo da Paróquia do Cristo Redentor)

Para passar o melhor Natal de sua vida, que tal ir até uma Igreja, lavar a alma numa confissão caprichada, encher seu coração de Paz e receber o Menino-Deus alegremente, no dia do Natal?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ginástica Cerebral



"Mudar o comportamento muda a bioquímica cerebral."
(Ana Beatriz Barbosa Silva)

Remédios são paliativos, algumas vezes necessários. Sózinhos não curam. A atividade física, praticada regularmente, meditação, trabalhar com amor, terapia, aceitar desafios, conviver, dançar, cantar, sorrir com o coração e os lábios, e, sobretudo, rezar e praticar o bem, são exercícios importantes para a saúde do espírito e do corpo. Vamos polir nossos neurônios!

Muito interessante a entrevista da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva no Programa Alternativa Saúde: http://br.youtube.com/watch?v=qYuGThq02uE

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Cantar a Primavera Florida


"Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder ... para me encontrar..." (Florbela Spanca)

... e Deus não desejou que fôssemos apenas pó, cinza e nada. Deu-nos Seu Filho como Caminho, Verdade e Vida para que, ao nos perdermos de nossos egoísmos, nos encontrássemos para sempre cantando o perfeito Amor nas alvoradas eternas.

sábado, 8 de novembro de 2008

Discurso de Barack Obama


"Olá, Chicago! Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.

É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.

É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.

Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e Estados azuis.

Somos, e sempre seremos, os EUA da América. É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.

Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA. Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.

O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.

Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.

Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.

E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.

Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.

Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.

A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.

A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho. À melhor equipe de campanha formada na história da política.

Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir. Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.

Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.

Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.

Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.

Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.

Esta é a vitória de vocês. Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.

Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.

Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.

Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.

O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.

Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos. Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.

Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.

O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.

Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.

Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.

Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.

Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.

Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.

Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.

Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.

E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.

E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.

A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.

E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.

Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.

Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.

Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.

Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.

Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.

Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.

Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.

Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.

O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação. E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar. Podemos.

EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer.

Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?

Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.

Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.

E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.

Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Coral São Vicente de Paulo



O Colégio São Vicente de Paulo participou do Cantapueblo, o maior festival latino-americano de música coral. Convidado para a noite de abertura, dia 4/11, na Sala Cecília Meireles, o Coral São Vicente a Cappella dividiu o concerto com outros grupos de renome. Na quarta-feira, 5/11 às 20h, foi a vez do Coral Amigos do São Vicente fazer sua apresentação. E quinta-feira, 6/11, o São Vicente a Cappella voltou à Sala para fazer seu concerto.
http://www.bairrodaslaranjeiras.com.br/

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Hussein Obama II eleito o 44º Presidente dos EUA!


Alegria, sorrisos, abraços, lágrimas de emoção se misturam pelo mundo a fora, quando se confirma o resultado da eleição para a presidência nos EUA. Barack Obama vence contra todo o preconceito. Passados 7 anos, desde que pilotos árabes destruíram as torres gêmeas, o novo presidente americano tem nome muçulmano e a cor de canela. Martin Luther King nos deixou esse sonho que agora vai se realizar: Não mais julgar as pessoas pela cor da pele, sexo ou religião, mas pelo caráter. Vamos celebrar!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Cristo Redentor em 28-10-2008



Experiências na iluminação do Corcovado, no dia de São Judas Tadeu, deram essa cor avermelhada à estátua do Cristo Redentor. Interessante...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Colégio São Vicente de Paulo



Sábado, dia 18 de outubro de 2008, o Colégio São Vicente de Paulo teve mais uma Feira de Ciências do Ensino Fundamental, no Cosme Velho. Entre as várias atividades, o Museu do Mel de Friburgo montou uma filial no subsolo da escola. Luiz Moraes, do apiário Amigos da Terra, trouxe uma colméia viva e muitas explicações para os que queriam saber mais sobre a vida das abelhas. O impossível foi resistir ao aroma do pão de mel. Para os que desejarem fazer uma visita virtual, é só acessar: http://www.amigosdaterra.com.br/



No andar térreo do colégio ainda se pode visitar mais uma belíssima Exposição de Fotografias do Padre Lauro Palu sobre a fauna e flora da Reserva do Caraça, em Minas Gerais. Abaixo estão reproduzidas algumas das imagens expostas.






3º Arte em Laranjeiras e Cosme Velho


Nos dias 18 e 19 de outubro de 2008, entre 10 e 20h, as praças e espaços culturais de Laranjeiras e Cosme Velho estiveram ocupados pelo que o bairro tem de mais criativo: Música, dança, artesanato, teatro, filmes, palestras, passeios e desafio fotográfico. Foi a terceira iniciativa no gênero. Ano que vem tem mais.

domingo, 19 de outubro de 2008

Dia do Médico - Rio de Janeiro


Hoje meu sorriso está um tanto amargo. Ontem foi Dia do Médico e não me sai da cabeça o desrespeito do governador do Estado do Rio de Janeiro para com esses profissionais. Tenho testemunhado, há mais de 30 anos, frequentes atos de generosidade e esforço entre o pessoal da saúde. Existem negligentes, é claro, mas não são maioria. O mais comum é procurarem, inclusive, suprir o material necessário que falta no serviço. No passado faziam vaquinha para comprar gaze, agulha e linha para sutura, quando faltavam nas emergências. Hoje, se cotizam num exame especial para uma criança grave, que o hospital não está preparado para fazer.

Alguns médicos faltam, outros não cumprem a carga horária? Infelizmente. Tal como os professores, eles pulam de um emprego para o outro, tentando permanecer na classe média para garantir boa educação e seguro de saúde para seus filhos. Por que? Porque os governantes são despreparados, não cumprem seu dever básico, viajam demais, desperdiçam os impostos e pagam o mínimo para policiais, médicos e professores.

Os plantonistas faltosos, que foram chamados de vagabundos, trabalhavam para uma cooperativa e não recebiam há 4 meses. Mas isso é comum no Estado do Rio de Janeiro. Governantes que dão show para a mídia e só pensam no que vão levar de vantagem têm sido uma constante há 4 décadas.

O que me faz sorrir é que Sergio Cabral xingou os médicos exatamente do adjetivo que o povo costuma usar para agraciar os ... políticos.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Fetos Anencéfalos




"Hoje (16/9/08) pela manhã estive no STF e acompanhei a última das Audiências Públicas marcadas em função da ADPF 54, sobre a liberação de aborto de fetos anencefálicos. Fui assistir aos expositores imparcialmente, sem qualquer pré-julgamento ou opinião formada sobre o assunto. Ouvi médicos especialistas e mães que viveram o problema para, ao final, sair convicta de que o Estado não deve legalizar qualquer forma de aborto. Algumas coisas me chocaram profundamente, me fazendo pensar que os conceitos de vida e de direitos se relativizaram com o tempo. A liberação do que agora chamam de 'antecipação do parto', parece incentivar decisões que, culturalmente, darão proteção legal à exclusão da sociedade e do direito à vida de todo aquele que for deficiente ou não adequado aos padrões de normalidade.

A professora Eleonora Menecucci de Oliveira, ao sustentar seu ponto de vista, alegou que é tamanho o fardo e o sofrimento de uma mãe que, esperando um filho sadio, e depois de criar expectativas quanto àquela criança, descobre que esta nascerá anencefálica. Não se nega o sofrimento, que por certo existirá. Contudo uma mãe não é responsável somente pelos filhos que lhe amam ou que lhe são capazes de entender. Ela é responsável pela criança que gera e ponto. Toda mãe gera expectativas quanto à criança que espera, mas não há nada que impeça que as mais numerosas diversidades recaiam sobre um filho gerado. Por mais que uma mãe deseje ver seu filho com saúde, este poderá vir privado de visão, com Síndrome de Down, autista... nem por isso a gestante tem o direito de interromper sua gravidez, ainda que o filho esperado não corresponda às expectativas...

A anencefalia não deixa de ser uma deficiência com a qual a mãe deverá aprender a lidar, seja qual for a conseqüência. Lá ouvi dois depoimentos impressionantes. O primeiro foi de uma mãe que, convencida pelos médicos a fazer a dita 'antecipação do parto', no momento fatídico, viu a criança chorar e se mexer. Em seu depoimento, ela diz que até hoje pensa no que permitiu que fizessem com a criança e convive com o fardo, este sim insuperável, de não ter feito tudo o que poderia fazer. Foi difícil ouvir desta mãe: 'Quantos eu te amo eu poderia ter dito a ela, ainda que tivesse uma única hora de vida?'. Lá também estava Mônica Torres, mãe de Giovana, que viveu por pouco mais de 6 horas. Ela disse em entrevista, bem ao meu lado, tranqüila, que sua filha foi esperada e amada por ela e o marido, e que viveu a maternidade até o último momento. Giovana respirava sozinha, chorava e até reclamou da touquinha que a incomodou. Nasceu com os pés iguais aos do pai e emocionou todos que a viram viver, ainda que por tão pouco tempo.

Sim, a mulher tem direito a decidir sobre seu corpo, mas não sobre quem está dentro dele. Se por um lado a mulher tem o direito de viver plenamente a maternidade e de ter controle sobre sua reprodução (como se foi dito repetidamente), por outro, a mulher tem o dever de arcar com as conseqüências de uma gravidez que, se não planejou, deixou acontecer. É mais simples ceifar o problema se este não corresponde às expectativas. Difícil é fazer o certo."
Natáli Nunes - advogada.
(lido no Blog "Cultura da Vida")

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Sonho em Angra dos Reis



Estar em Angra dos Reis, na Praia de Leste, é estar próximo ao Paraíso na terra. A natureza é linda, há calma, a areia é branca, fina e dorme-se embalado pelas ondas do mar. É o cenário perfeito para ilustrar a música dos sonhos da Cinderella.

Em sonhos a vida passa,

ao céu o sonho nos conduz.
A dor é nuvem que esvoaça,
em dia sereno de luz.
Por isso hei de viver cantando,
cantando sempre sem parar.
Pois eu bem sei que um certo dia,
de sol e de alegria,
meu sonho irá se realizar

A dream is a wish your heart makes
When you're fast asleep
In dreams you lose your heartaches
Whatever you wish for, you keep
Have faith in your dreams and someday
Your rainbow will come smiling thru
No matter how your heart is grieving
If you keep on believing
the dream that you wish will come true

(letra de "A Dream is A Wish Your Heart Makes" do filme Cinderella, de Walt Disney)

Primavera no JB


Começou a primavera no parque, devidamente comemorada com uma exposição e venda de orquídeas. O dia estava lindo e as filas para o estacionamento longas.

Mas a beleza compensou, de sobra.

Uma aparição inesperada animou nosso passeio pós-aula.

Uma preguiça também resolveu aproveitar o lindo dia e foi passear pelo jardim, atraindo a atenção de muita gente. Nestas fotos ela aparece depois de ter sido recolocada na árvore pelo guarda. Nossa turma de fotografia aproveitando para as fotos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Aula no Jardim Botânico


Jardim Botânico, RJ

A aula do dia 6/9/2008 tratou de fotografia MACRO. Em poucas palavras, aproximar a câmera do objeto a ser fotografado, em vez de usar o zoom. Aula divertida para quem tem máquinas despretensiosas. Contudo o vento não estava do nosso lado e insistia em sacudir galhos e flores. Com ajuda amiga, conseguimos tirar algumas fotos. Daí os dedos em foco.



flor de "ora pro nobis", planta muito apreciada na panela e prato dos mineiros. Foto possível graças ao apoio do professor J Guilherme Quental!




hora da água

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

12 Congresso Nacional da Pastoral Familiar



Sob a coordenação de Dom Antonio Augusto Dias Duarte, a Arquidiocese do Rio de Janeiro recebeu mais de 1000 pessoas para o 12º Congresso Nacional da Pastoral Familiar. Vindas de todo o Brasil, encontraram-se, no teatro da UERJ. Bispos, padres, casais e religiosos trocaram experiências, ouviram testemunhos emocionantes e palestras informativas sobre o tema do Congresso: "A família é o berço da vida e de toda vocação". A organização cuidadosa, o ambiente alegre e a acolhida simpática dos funcionários da universidade contribuíram para o sucesso do encontro.

Dom Antonio Augusto

domingo, 31 de agosto de 2008

Usando a balança

Como você deve usar a balança:


Eu estava fazendo errado todos estes anos!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Viagem a Minas Gerais



Bastaram 3 dias. Longe dos compromissos, preocupações e, sobretudo, do telefone, nos recuperamos de corpo e alma. Entre a gente acolhedora de Minas Gerais, visitamos Igrejas, Museus, provamos comidas saborosas. Único senão: a paisagem queimada na beira das estradas. Intencional ou não, é triste. Mas, quando se chega em Ouro Preto, Congonhas ou na Reserva do Caraça, tudo vale a pena e a distância. Foi bom agradecer no Santuário de Nossa Senhora Mãe dos Homens. No cair da noite nos deparamos com 2 lobos-guará que vieram buscar sua refeição no pátio à frente da Igreja.



as "namoradeiras" de Ouro Preto

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Curso de Fotografia no Jardim Botânico



Sábado, dia 9 de agosto de 2008, começou mais um curso de fotografia no Jardim Botânico. O professor João Quental já nos passou umas noções básicas e, neste fim-de-semana, levaremos nossas máquinas para um passeio entre as árvores e pássaros do jardim. Isso é que é viver!

domingo, 3 de agosto de 2008

Medico arrependido expõe mentiras do movimento americano pro-aborto


Bernard Nathanson, médico ex-abortista, expõe as mentiras do movimento americano pro-aborto.
By Tim Waggoner

TORONTO, ON, July 29, 2008 (LifeSiteNews.com) - Spider Jones, o entrevistador do programa da rádio CFRB, entrevistou em 9 de julho de 2008 o Dr. Bernard Nathanson sobre seu envolvimento no movimento abortista e sua conversão para a posição pró-vida.

Em certo ponto, Nathanson estava profundamente engajado no movimento americano pró-aborto, foi co-fundador da NARAL (National Abortion Rights Action League) e supervisionou 75.000 abortos quando era diretor de uma clínica de aborto. Durante a entrevista, Nathanson relembrou as táticas desonestas e enganosas que ele e a NARAL utilizaram para forçar a legalização e a aceitação do aborto.

"Nós afirmamos que entre cinco e dez mil mulheres morriam por ano por causa de aborto mal-feito", disse ele. "O número verdadeiro estava mais próximo de duzentas a trezentas mulheres; nós também afirmamos que eram feitos um milhão de abortos ilegais por ano nos Estados Unidos e o número verdadeiro era próximo dos duzentos mil. Assim, somos culpados de uma fraude maciça."

A conversão de Nathanson para o movimento pró-vida se deu pelo advento da máquina de ultrassom no começo dos anos 70. Ele relatou como ficou sensibilizado ao perceber que o feto é de fato um ser humano depois que viu um nascituro se encolher e recuar diante de um aspirador abortivo, antes de ser sugado para fora do ventre materno. Nathanson chamou o vídeo deste incidente de "The Silent Scream" e começou a usá-lo para propagar a mensagem pró-vida. Pode-se ver o video completo em http://www.youtube.com/watch?v=cjNo_0cW-ek&feature=related

A Planned Parenthood, contudo, espalhou rumores de que o vídeo era falso. Nathanson disse que esses rumores, assim como as táticas da NARAL, não passavam de mentiras. "A Planned Parenthood foi responsável por isto", disse ele. "Mas o vídeo não era falso e o que fizemos para provar isso foi procurar o Dr. Ian Donald na Escocia, ele é o pai do ultrassom, o inventor do ultrassom. Ele assistiu o vídeo e fez um depoimento juramentado de que o que tinha sido filmado era verdadeiro e que não houve nenhuma manipulação ou adulteração ou nenhuma mudança na velocidade ou qualquer outra coisa no filme."

"Planned Parenthood was responsible for that," he said. "But it was not faked and what we did in order to validate it was to go to Dr. Ian Donald in Scotland, who is the father of ultra-sound, the inventor of ultra-sound and he looked at the film and he swore an affidavit that everything was as it was shown and there was no doctoring or manipulation or any changes in the speed or anything else."

Nathanson então falou sobre o fato do aborto estar agora sendo usado como uma forma de controle de natalidade - resultado de outra fabricação pró-aborto."Um dos mitos que foi dado para o público através da mídia foi que legalizando o aborto só significaria que os abortos ilegais passariam a ser legais. Mas na verdade, o aborto está agora sendo usado principalmente como método de controle de natalidade em todo o mundo como também nos Estados Unidos."

Os partidários pró-aborto "se recusam a ver o que a maioria das pessoas estão admitindo, que o feto é um ser humano e que não é papel nosso massacrá-lo em larga escala", concluiu Dr. Nathanson.

(extraído do blog Cultura da Vida)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Oração a Nossa Senhora


Virgin with Child by Sassoferrato
(National Gallery - Londres)

Querida Nossa Senhora,

Conforta e orienta as mães de tantas lágrimas.

Livra nossos filhos do mal e leva-os a Jesus,

para que possamos sorrir juntos e chegar ao céu.

Amém.

domingo, 20 de julho de 2008

João Teimoso


João Teimoso ainda existe, embora sua aparência tenha mudado em relação ao tempo em que era pequena. Consiste num boneco, inflável ou não, que se mantém de pé por conta de uma base arredondada, que contem um peso. Por mais que seja derrubado, ele torna a se levantar.

É um bom exemplo de resiliência. Durante a Missa me ocorreu que também nós, tendo Deus como base, inspiração e norte, seremos como o brinquedo. A cada queda voltamos, com novo ímpeto, a estar de pé.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Valdir Gabriel formou-se fora do útero!


Nasce em São Paulo bebê que foi gestado fora do útero!
Entre tantas notícias tristes, envolvendo pais que perdem os filhos, aconteceu ontem no Brasil o oposto. No Hospital das Clínicas, em São Paulo, Maria Benedita viu recompensada sua coragem e fé. Resplandescente de felicidade, com o filho no colo, comoveu a quem assistiu o Jornal Nacional. Abaixo a notícia do Globo (G1 - Ciência e Saúde).

"Um caso raro acaba de ter um final feliz no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Um bebê gerado fora do útero materno nasceu saudável, após oito meses de gravidez.

Era o segundo filho de Maria Benedita, que descobriu após cinco meses de gestação que o feto estava alojado não no útero, onde deveria estar, mas numa região mais acima, próxima do estômago.

Casos de gravidez fora do útero são bem conhecidos da literatura médica, embora aconteçam raras vezes -- uma em cada 40 mil gestações. Esse tipo de gravidez costuma ser interrompido pelos médicos para resguardar a vida da mãe, uma vez que a continuidade da gestação leva à morte em 40% dos casos e o bebê sobrevive em apenas 5% dos casos. No caso de Maria Benedita, a situação era ainda mais arriscada, pelo fato de ter engravidado após os 40 anos. Mas ela resolveu arriscar e foi recompensada.

Depois de duas horas de cirurgia, seu filho, Valdir Gabriel, nasceu com dois quilos e 42 centímetros -- o que é considerado muito saudável, pelas circunstâncias. "Eu venci, graças a Deus, não desisti nem um segundo", disse a feliz mamãe.

O embrião se desenvolveu no espaço entre o estômago e o útero e teve ajuda decisiva de uma camada de gordura chamada epiplon, que serve como mecanismo de defesa para o organismo. O epiplon envolveu a placenta e fez as vezes de útero.

Segundo os médicos, o quadro anormal provavelmente se desenvolveu porque a fecundação do óvulo teria se dado muito próxima à entrada do espermatozóide na trompa, de forma que não houve tempo hábil para conduzir o óvulo fecundado para dentro do útero."

A concepção do Valdir Gabriel ocorreu nas trombas de Falópio e o óvulo fecundado nunca se implantou no útero. Para os pró-vida brasileiros o assombroso nascimento do Valdir Gabriel testemunha que a vida começa na concepção e que os fármacos que impedem a implantação de um óvulo fecundado –como a pílula do dia seguinte- são realmente abortivos porque eliminam a um concebido.

Comentário do médico Waldemir Rezende: - Ele foi um verdadeiro herói. Ele conseguiu encontrar um espaço para garantir o seu crescimento e desenvolvimento e ganhar vida. Na verdade, a gente não sabia o que poderia encontrar e, ao abrir a cavidade abdominal, a surpresa foi essa (aponta para o bebê). Esse sorriso aqui não tem preço.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Ingrid Betancourt



É motivo de grande alegria que Ingrid Betancourt e outros 14 reféns recuperem sua liberdade e voltem ao convívio da família e dos amigos. O exército colombiano fez um trabalho admirável resgatando todos sem disparar um tiro!

sábado, 14 de junho de 2008

Bella



Afinal "Bella" chegou ao Brasil! E quase não percebo... Por acaso li hoje no Rioshow, revista do Globo que sai às sextas-feiras. O filme, do ator-produtor mexicano Eduardo Verástegui ,"narra a história de uma mulher que é despedida de seu trabalho justo quando descobre que está grávida em uma desumana Nova Iorque, e estabelece uma amizade com um jogador de futebol latino, cansado de sua vida. Através desta amizade, a redenção de ambos os personagens se vai elevando com intensa emotividade, no marco de uma família acolhedora e de circunstâncias que vão mostrando a formosura da vida quando se vive com esperança." (Canção Nova)



No Rio o filme está na sala 2 da Estação Laura Alvim
Av. Vieira Souto 176, Ipanema
telefone: 2267-4307
sessão única: 14:00

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Parabéns ao Brasil e aos Fluminenses!




Espírito esportivo, minha gente! Vamos valorizar o futebol! Picuínhas entre clubes à parte, é muito bom que o time das Laranjeiras traga o título da Taça Libertadores da América para o Brasil. Isso faz sorrir aos brasileiros e cariocas de boa vontade. Vamos torcer pelo Fluminense! Quanto aos outros ... tá na hora de buscar terapia, curar o ressentimento e se libertar pessoal!

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